sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O que é o amor?


O que é o amor? Eu não sei.

Tudo que sei é que experimentar o amor é uma das mais belas experiências da vida.

Para vivenciarmos o verdadeiro amor, quatro passos devem ser celebrados.

O primeiro passo é: esteja aqui e agora

porque o amor só é possível aqui e agora.

O segundo passo em direção ao amor é libertar-se dos sentimentos negativos

Porque muitas pessoas amam, mas seu amor está contaminado por sentimentos como ciúme, possessividade, medo.

O terceiro: compartilhe

O amor é uma fragrância a ser compartilhada, irradiada.

O amor não pode ser acumulado; ele só pode ser compartilhado.

E o quarto: seja um nada

Somente quando você está vazio de você, há o amor.

Quando você está cheio de ego , mágoas e ressentimentos passados, não é possível amar.

O amor e o ego não podem existir juntos.

É impossível o amor e o ego estarem juntos porque amor e Deus são sinônimos.

Somente uma pessoa que aprendeu a amar é madura.

Uma pessoa madura não "cai de amor", ela se "eleva no amor".

E quando duas pessoas maduras estão se amando, um dos maiores paradoxos da vida acontece.

Elas estão juntas, são quase um, mas esta unidade não destrói a individualidade.

Na verdade realça.

Duas pessoas maduras em verdadeiro amor ajudam-se mutuamente a se tornarem mais livres, mais plenas, mais completas.

0sho

3 comentários:

Raul Moura Mendes disse...

“O amor não tem princípio nem fim porque quem vive no seu presente, vive na eternidade. O rosto do amor ao olhar-nos prende-nos a si para sempre. Nunca mais esquecemos o seu olhar filtrante, feiticeiro, a insinuar-se e a impor a sua presença para todo o sempre. Nunca mais esquecemos as feições do amor, o corpo em que encarna, o toque mágico que primeiro dá à luz o nosso próprio corpo e depois o ressuscita vezes sem conta de cada vez que o acaricia na noite da vida. O amor é um animal selvagem que chega até nós e ocupa cada ponto do nosso corpo. Mais. Toda a nossa vida. O seu poder de contaminação é total. Basta um só olhar. O amor é esse conflito permanente e completo: liberta e agarra, é doçura e amargura, refaz e desfaz, ressuscita e adormece, faz-nos sonhar e confronta-nos com a realidade pura e dura. Dá à luz. Mas também tem o poder de nos matar”.

Pedro Paixão, Ladrão de Fogo

*** Tata *** disse...

lindo fer!!!! amei esse texto

As 67 sempre abalam ,sempre causam ... disse...

sensacional !!!
no words...bju